
As águas invisíveis do mar correm pela Amazônia. Aqui, a Rainha do Mar encontra morada, navega por rios e igarapés e recorda que a floresta também reza. Nas ruas e varadouros, o cortejo de Iemanjá avança em passos firmes, leva flores, tambores e promessas e reafirma uma fé que segue resistente nos territórios, corpos e memórias. 📷Juan Vicent | Amazônias que nos Habitam | Proa


Eu estava pensando se escreveria esse texto. Realmente pensei e fiquei refletindo se valeria a pena escrever sobre esse efeito ao longo desse mês todo, estando ativa em atividades referentes ao dito “mês da mulher”, onde tantas coisas aconteceram em “comemoração” ao dia da mulher. Comemorar o quê, exatamente? Afinal,
Esse ano, o Rio Juruá, mais uma vez, deixou milhares de famílias desabrigadas. Todo inverno é assim. O rio entra nas casas, invade as plantações dos agricultores, desorganiza a vida, muda o caminho das coisas. Os ramais ficam quase intrafegáveis. A lama toma conta de tudo. Depois, no verão, é
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