
As águas invisíveis do mar correm pela Amazônia. Aqui, a Rainha do Mar encontra morada, navega por rios e igarapés e recorda que a floresta também reza. Nas ruas e varadouros, o cortejo de Iemanjá avança em passos firmes, leva flores, tambores e promessas e reafirma uma fé que segue resistente nos territórios, corpos e memórias. 📷Juan Vicent | Amazônias que nos Habitam | Proa


Eu estava pensando se escreveria esse texto. Realmente pensei e fiquei refletindo se valeria a pena escrever sobre esse efeito ao longo desse mês todo, estando ativa em atividades referentes ao dito “mês da mulher”, onde tantas coisas aconteceram em “comemoração” ao dia da mulher. Comemorar o quê, exatamente? Afinal,
Por Val Martins Vinte anos depois, a integração da BR-364 continua a caminho … Quanto tempo leva para um território se sentir esquecido? No Vale do Juruá, o tempo de uma estação chuvosa já é suficiente. Se bem me recordo, a primeira vez que percorri a BR-364 foi por volta
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