Gabriel Vilas Boas está há dois anos afastado dos estudos e da fisioterapia porque a cadeira de rodas que utilizava ficou pequena. Sem condições de comprar outro equipamento, mãe busca ajuda para garantir a retomada das atividades do filho.
Aos 13 anos, Gabriel Vilas Boas sonha em estudar medicina e trabalhar no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Mas, antes de seguir em busca desses objetivos, o adolescente precisa de uma cadeira de rodas adaptada para conseguir voltar à escola e retomar as sessões de fisioterapia.
Segundo a mãe, Cleomar Vilas Boas, de 57 anos, Gabriel está há dois anos afastado dos estudos e do tratamento fisioterapêutico porque a cadeira de rodas que utilizava ficou pequena. Sem condições financeiras para comprar outro equipamento, a família busca ajuda para garantir ao adolescente condições de retomar suas atividades.
A falta da cadeira também compromete a rotina de deslocamentos. Cleomar conta que já não consegue carregar o filho nos braços por longas distâncias, o que dificulta o acesso à escola e aos atendimentos de saúde.
Gabriel cursava o 6º ano do ensino fundamental quando deixou de frequentar as aulas. Ele sabe ler, mas tem limitações nos movimentos das mãos e dos braços, que dificultam a escrita à mão. No computador, consegue escrever, porém a família também não tem recursos para adquirir o aparelho.
Mesmo longe da sala de aula, Gabriel mantém os planos para o futuro. O desejo de estudar medicina e trabalhar no Samu continua entre seus principais objetivos. Também deseja, no futuro, ser gerente de uma loja da Gazin.
De acordo com o relato da família, Gabriel nasceu prematuramente, aos cinco meses de gestação, e permaneceu durante meses internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Agora, a principal necessidade é conseguir uma cadeira de rodas adequada ao tamanho e às condições de mobilidade e posicionamento do adolescente. O equipamento é fundamental para facilitar seus deslocamentos e permitir que volte à escola e à fisioterapia.
Além dos cuidados diários com Gabriel, Cleomar é responsável por acompanhar a própria mãe, de 82 anos, que tem Parkinson e está acamada. A rotina exige que ela divida a atenção entre os dois familiares.
Na busca por apoio, Cleomar passou a integrar o grupo Mães que se Acolhem, uma rede de apoio mencionada na mobilização compartilhada nas redes sociais.
A família pede que a história de Gabriel seja compartilhada para ampliar a mobilização e alcançar pessoas que possam contribuir para a aquisição da cadeira de rodas adaptada. A iniciativa busca garantir ao adolescente condições de voltar à escola, retomar a fisioterapia e continuar construindo seu caminho em direção aos sonhos.
Como ajudar Gabriel
Quem puder contribuir ou tiver informações sobre como conseguir uma cadeira de rodas adaptada pode entrar em contato diretamente com a mãe do adolescente, Cleomar Vilas Boas, pelo telefone (68) 9221-8487.







