Rio estranho (Pia Vila e Felipe Jardim)
Acre, rio estranho
Cheio de curvas e barrancos
Um rio torto que não vê o mar
Mais que nunca, no inverno, tuas águas vão rolar
Enche Bahia, Cadeia Velha, Cidade Nova
Aeroporto, 6 de Agosto e Palheiral
Me ensina viver pra ver o tempo passar
E no barranco vou ficar a te mirar
E no barranco vou ficar a recordar
Faz teu povo te considerar
Ensina teu povo lutar e amar
E no barranco só vim te mirar
📷 Paulo Murilo | Amazônias que nos Habitam | Proa


