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Amazônias que nos habitam

Odoyá, Iemanjá

As águas invisíveis do mar correm pela Amazônia. Aqui, a Rainha do Mar encontra morada, navega por rios e igarapés e recorda que a floresta também reza. Nas ruas e varadouros, o cortejo de Iemanjá avança em passos firmes, leva flores, tambores e promessas e reafirma uma fé que segue resistente nos territórios, corpos e memórias. 📷Juan Vicent | Amazônias que nos Habitam | Proa

‘Um rio torto que não vê o mar’

Rio estranho (Pia Vila e Felipe Jardim)  Acre, rio estranhoCheio de curvas e barrancosUm rio torto que não vê o mar Mais que nunca, no inverno, tuas águas vão rolarEnche Bahia, Cadeia Velha, Cidade NovaAeroporto, 6 de Agosto e Palheiral Me ensina viver pra ver o tempo passarE no barranco vou ficar a te mirarE no barranco vou ficar a recordar Faz teu povo te considerarEnsina teu povo lutar e amarE no barranco só vim te mirar 📷 Paulo Murilo | Amazônias que nos Habitam | Proa

Raimundão, voz da floresta que não se cala

Seringueiro, guardião da memória da floresta e primo de Chico Mendes. A trajetória de Raimundo Mendes de Barros, o Raimundão, finca raízes na mata e traduz uma Amazônia sustentada pela resistência cotidiana, pelo trabalho coletivo e pela defesa do território. No corpo de 80 anos, mora a persistência de quem escolheu ficar, cuidar e lutar por uma floresta em pé, não como discurso, mas como forma de existir. No registro de Carina Castelo Branco, Raimundão apoia a mão na porta dos fundos da casa de Chico Mendes, em Xapuri, no Acre, e aponta para fora, em um gesto que mistura dor e alerta. O olhar, firme e atravessado pela lembrança, parece percorrer o tempo e reencontrar ali a violência do assassinato do líder ambientalista ocorrido em 1988. O local deixa de ser cenário e se torna testemunha. As marcas nas paredes, quase apagadas pelos anos de abandono e descaso, dialogam com a história e com tudo o que sobreviveu a ela. Raimundão ocupa esse espaço como memória em movimento, como continuidade de uma luta que não cessou. Um retrato de permanência e um lembrete de que a Amazônia segue viva, habitando corpos que resistem, mesmo diante das ausências que a história impôs. 📷 Carina Castelo Branco | Amazônias que nos Habitam | Proa

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